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Archive for janeiro \29\UTC 2009

PARADIGMA

Ler o que não se entende é uma experiência extraordinária!

É a própria consciência em estado de confissão.

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É DE REALIDADE VIVIDA

(O PRÓPRIO COTIDIANO SIMPLES E INEVITÁVEL)

E NÃO DE PIADAS QUE SE ALIMENTA A GARGALHADA

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ONDE À NUDEZ

“Escrevo onde à nudez cabe o papel

habitualmente atribuído a uma janela.

Quando afasto as cores para no lugar delas não deixar senão a luz

ou me debruço sobre ao peitoril sobre os meus próprios intestinos,

a ficção fica por conta dos relâmpagos.

É como se habitasse uma cidade que tivesse um espelho por subúrbios

e o mar viesse estilhaçar-se ao fundo da memória,

onde se encontra o coração.

Abro na página um buraco

onde alicerço a casa, as letras vêm às janelas.”

Luís Miguel Nava (1957-1995)

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Memento Desmedular

“A vida se nos morre a cada momento da metamorfose. Por isso, não morre quem através da vida que está em vias de viver, se sente e se crê sempre igual a si mesmo. Não morre quem nunca deixou ou não quis deixar de ser o que foi, para começar a ser o que venha a ser. Só morre o que na própria morte, na morte que para os outros é término da vida, veja mais uma, e só mais uma, das muitas ou poucas mortes que viveu, na própria vida. É preciso merecer a morte, e nem todos a merecem. (…) Morte substantiva só advém ao disponível, ao que sempre se dispôs a trocar o Mesmo pelo Outro, o mesmo que foi, pelo outro que pode ser, provisto que pense poder ser outro, o que, efetivamente, não acontece ao indisponível, ao que nunca se dispôs senão a persistir no mesmo que é, e não quer deixar de ser.”

Eudoro de Souza

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