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Archive for agosto \22\UTC 2008

A ti

mais nenhuma palavra

é seco o ventre do meu discurso

A ti

que não perdoa as falhas

e entre nós desenhou o escuro

A ti

vício em pele de virtude

centro da minha cegueira

é morto o mar

Aproveita

delicado espinho

tua sozinha beleza:

quando murcha a flor

tu perdes a razão de ser

tua única razão de ser.

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É longa

muito longa

a notícia de ninguém

Portanto,

como idéia fixa

como abelha e mel

como aranha e mosca

resuma o teu engano

como se um gancho fosse

de alguém

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