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Archive for abril \29\UTC 2008

DIRETAMENTE INVERSO

O ESGOTO SE ENCAMINHA

NO SILÊNCIO DA OMISSÃO

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São repetidos os espamos

no momento em que recobra o fôlego

o suspiro da idéia desentranhada:

o que percorre pelas falanges

de ossos quebrados

é o espanto que não entende a tamanha facilidade

característica das mãos

em montar peça por peça

não apenas a imagem reproduzida

mas também

uma lembrança afastada da memória.

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É tão curiosa a vontade íntima e oculta que apenas a sua máscara ficcional pode interpretá-la; interpretação pública, que se diga, já que o desejo individual não faz cerimônia.

http://www.youtube.com/v/uZDvJAgT37M

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Um Certo Atlas

Organizo um certo Atlas,

quiçá poético,

onde qualquer simbologia

limítrofe

seja extensão de alguma mortalha.

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A quarta parte de um movimento

quisera ver concluída

na dispersão abarrotada

de entrada sem-saída;

Vai se não quando

bem antigamente

o espelho que espera

aquele nosso passo

de outra maneira.

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Una catedral botánica se está construyendo alrededor de mis engaños: descubrirse insecto no es ningun mérito de un Kafka, apenas la cruda sinceridad frente al espejo; hay que peinarse de la mejor manera posible, y tener los ojos cuidadosos para el atrapamoscas. Los frantrasgos y los zurdos hace mucho lo supieran: risas son palabras para traductores malditos. Con ‘amén’ se terminan las rezas, este no es el caso… todavía.

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Falar para o vazio tem razões dispersas e alvos desmanchados; você caminha como se soubesse que todas as direções agora estão escondidas, ocultadas e sedimentadas por um tempo que já não é mais o seu. E essas camadas soterradas estão aí em oposição ao sentido que você já não mais possui.

Até mesmo no vazio o relativismo é uma piada, e aquilo que você ri, se é que ri, é apenas reflexo de uma contração muscular, involuntária e desconfortável.

O vazio é bonito e você não sabe o que fazer com isso.

Ah, ouvido de cobra, que paz estranha você me dá!

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