“Entonces entraron al cuarto de José Arcadio Buendía, lo sacudieron con todas sus fuerzas, le gritaron al oído, le pusieron un espejo frente a las fosas nasales, pero no pudieron despertarlo. Poco después, cuando el carpintero le tomaba las medidas para el ataúd, vieron a través de la ventana que estaba cayendo una llovizna de [...]
Arquivo da categoria ‘espécie’
Cuando las calles tapizadas
Publicado em espécie, etiquetado Calles tapizadas, Cien años, García Márquez, José Arcadio Buendía em março 25, 2009 | 1 Comentário »
Você Jura?
Publicado em espécie, etiquetado Fidelidade, Inferno, Infidelidade, Jura, Juramento, Pecados, Purgatório, Virtude em março 18, 2009 | Deixar um comentário »
“Ao certo, ninguém sabe se há de manter ou não um juramento. Cousas futuras! Portanto, a nossa constituição política, transferindo à afirmação simples, é profundamente moral. Acabou com um pecado terrível. Faltar ao compromisso é sempre infidelidade, mas a alguém que tenha mais temor a Deus que aos homens não lhe importará mentir, uma vez [...]
Onglete de Alexandria
Publicado em espécie, etiquetado Alexandria, José Paulo Paes, Kaváfis, Onglete em outubro 23, 2008 | 2 Comentários »
INTERRUPÇÃO A obra dos Deuses, nós a interrompemos – entes somos da pressa e do momento, inexperientes. No palácio de Elêusis e no de Ftia, eis que iniciam Deméter e Tétis, em chamas altas e fumo espesso envoltas, grandes obras. Mas sempre foge Metanira aos aposentos do rei, cabelos soltos, temerosa. Também Peleu se atemoriza [...]
Ecos de Mayumi
Publicado em espécie, família, etiquetado Aclimação, Beco, Ecos, Mayumi, Memória, Paes de Andrade, Raimundo de Brito em outubro 2, 2008 | 8 Comentários »
Mayumi era o nome, imagino que ainda o seja, da vizinha que eu tinha, em 1985, na Aclimação. Não sei o que é do seu destino, e nem ela deverá saber do meu, posto que nenhum não tenho. Eu devia ter o quê, uns dez, doze anos? É possível. Ela tinha um sorriso daqueles lindos, e cabelos [...]
Teu Destino É Ser Espinho
Publicado em espécie, etiquetado Beleza sozinha, Espinho, Mar morto, Ventre seco, Virtude e vício em agosto 22, 2008 | 4 Comentários »
A ti mais nenhuma palavra é seco o ventre do meu discurso A ti que não perdoa as falhas e entre nós desenhou o escuro A ti vício em pele de virtude centro da minha cegueira é morto o mar Aproveita delicado espinho tua sozinha beleza: quando murcha a flor tu perdes a razão de ser [...]
De Rezongos En El Espejo Atravesado
Publicado em espécie, etiquetado Útero, Boca, Confesiones, Cuchillos, Ecos, Espejo, Eviternas tramas, Lenguaje, Mejillas, Pasamanos, Rezongos, Ruinas, Versos em julho 1, 2008 | 2 Comentários »
De rezongos en el espejo atravesado habitan trenzadas confesiones mientras las sombras de un abrazo persiguen simples y evocadas mudas manos: palabra anterior al verbo fiesta de remolinos existencia por el gesto En rezongos en el espejo atravesado mi sien olvida la enfermedad porque arrancar raíces no es cosa rara y saben herir por vocación [...]
SE PELO MENOS FOSSE NOVA A VOZ
Publicado em espécie, etiquetado Cinismo, Exorcismo, Farfalha, Voz em maio 6, 2008 | Deixar um comentário »
Pra que fosse inaudita a farfalha do meu desespero teria que reconhecer que é nova a voz que envelheceu cantando a mesma ladainha dos meus exorcismos. Mas é a mesma voz e já não se importa com o ridículo que cambaleia o corpo que ela faz som. À essa altura as tuas rejeições, meu filho, [...]
NATURERSCHEINUNG
Publicado em espécie, etiquetado Esgoto, Naturerscheinung, Omissão em abril 29, 2008 | Deixar um comentário »
DIRETAMENTE INVERSO O ESGOTO SE ENCAMINHA NO SILÊNCIO DA OMISSÃO
Frontera Rusticana
Publicado em espécie, etiquetado Fronteiras, Frontera em março 18, 2008 | 2 Comentários »
Nenhuma fronteira tem nome e a ninguém pertence. Dá pra ver, ou mesmo sentir (e ouvir e cheirar, também) que é um ambiente que nunca toma forma e sempre põe nos olhos uma embaçada paisagem. No entanto, um lugar que mereceria tantas reflexões, não passa de uma ponte de indiferenças. O ribeirão encheu demais e [...]