Não é lenda e ninguém me contou. Numa gramática de Alemão, pertencente à Coleção Didática da biblioteca da FFLCH, eu procurava, na parte de “complemento adverbial”, informações sobre a palavra ‘jahrhundert’ (século), e eis que me deparo com a pichação de alguma mão perturbada que resolveu escrever: “As drojas e os drojados impedem avanços da Línjua Portujêsa”, e logo em seguida, em Alemão: “Es darf kein Wort ge sagt werden” (Não se pode dizer uma palavra). Por não ter assinatura, nem data, até agora fico me perguntando: em que ano essa criatura deve ter se matado?
ivan, as drojas e os drojados que impedem o avanço de nossa jloriosa línjua não poderiam ser, talvez, as jramáticas e os jramáticos respectivamente?
Carlos Eduardo, não tenho dúvida! Prova disso é a resistência (e a revolução) de uma nova geração de agapézios! El Gordo, alô pedestre pra presidente!
Amei! Deve ter sido alguém de Letras, por certo…
Ivan, meu caro, meine Mutter uma vez disse-me que na vida se deve acender uma vela para Deus e outra para o Diabo. Vejo muita sabedoria em sua colocação. Meu ponto de vista a respeito da deficiência que a esmagadora maioria da população brasileira possui no que se refere à língua materna foi balançado após ter lido Marcos Bagno, nesse caso o representante do diabo. Não que eu ache que devemos passar a mão na cabeça e aceitar os erros com um sorriso na cara, já que em países com bom nível educacional isso não acontece com freqüência, mas creio que ou se muda na base ou die Tendenz ist, immer schlecter zu sein.
Errata: schlechter.
Ivan, é daquelas pérolas que só você é capaz de encontrar…