A súcia tem seu lugar no mundo
e, confesso, tenho certo prazer em freqüentá-la;
não custa nada (a cada três meses, por exemplo) provar da sua nojeira
pra constatar como é forte a doença
que vai desintegrando aquilo que um dia
já apresentou a humana forma.
São o que há de pior
e entre os dejetos
são os mais execráveis: mentirosos, covardes,
machistas, homofóbicos, burros, mesquinhos,
decrépitos e auto-flatulentos;
Nascidos todos de um mal-do-coito-mental
seus olhos são opacos, e só repetem fórmulas
incríveis de uma subsistência miserável;
A menor idéia não têm daquilo que lhes veste
e é notável como subvertem os sentidos:
você olha e vê o fedor.
A deserção é o estímulo que eles têm,
e sua vida de matilha é tanto mais indigna
por não serem cães.
O que faço no meio disso?
Eu me me divirto, naturalmente!
Sim, há muita diversão no semblante sem graça
da caterva
que eu alcanço as gargalhadas
com a infelicidade
das histórias que eles não têm!
Eu recomendo
a todo aquele que rasgou
a selva selvaggia ed aspra e forte
que ao invés de um passeio ao zoológico
(muito deprimente, por sinal)
que escolha (pode até ser por internet)
um grupo, assim de récua,
e sirva-se dele como um terapeuta às avessas,
e entre um mau cheiro e outro
você, cristianamente,
tolera o brilho da sola do seu sapato
quando pisa os vermes
ao sair.
muito obrigado pelas tuas palavras, iván.
començé a ler teus textos, mas ainda nao logré terminar-los.
até já.
i.
Qué lindo te enojas, Iván!
Te imagino fruncido el seño, distendiendo la contentura de la poesía terminada.
parabéns!
s | p
Qué lindo te enojas, Iván!
Te imagino fruncido el seño, distendiendo la contentura de la poesía terminada. Sea lo mismo una vida a cuál volver.
parabéns!
s | p
belo texto Ivan!
como anda??
Abraços.